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A origem da empresa remonta ao ano de 1995, quando o Corretor responsável, Miguel Antônio Galimberti, aderiu ao PDV (Programa de Demissão Voluntária) - disponibilizado naquele ano pelo Banco do Brasil S.A., onde era funcionário -, e partiu para um novo desafio profissional.
Em dezembro de 1995 prestou com êxito as provas aplicadas pela FUNENSEG - Fundação Escola Nacional de Seguros e recebeu da SUSEP - Superintendëncia dos Seguros Privados -, [orgáo vinculado ao Ministério da Fazenda, em 1996 o seu Registro Profissional de Corretor de Seguros nº 100273627. Também nesse ano de 1996, após providenciar a documentação devida, sindicalizou-se ao SINCOR/RS (Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado do Rio Grande do Sul) e começou a atuar nas intermediações preconizadas pela Lei entre os interessados em cobertura de seguros para seus bens e as diversas Empresas Seguradoras, onde obteve cadastro.
Também nessa mesma época conseguiu, junto a Prefeitura Municipal de Osório, através da Inscrição Municipal nº 10414-0, seu cadastramento para atuar com a atividade de agenciamento e corretagem com intermediação em câmbio e seguros, dando-lhe o direito ao Alvará de Licença de Funcionamento.
Desde então veio trabalhando exclusivamente como Pessoa Física na intermediação de seguros, até o ano de 2006 quando, em virtude do grande aumento de sua carteira de clientes e da necessidade de atualização da estrutura física do escritório até então mantida, fundou a Galimberti Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Obteve junto à SUSEP em seguida, o seu registro de nº 100576468, como Empresa Corretora de Seguros, legalmente habilitada a atuar no mercado. Na sequência também providenciou na sindicalização de agora também Pessoa Jurídica junto ao SINCOR/RS.
Nessa época também obteve, junto à Prefeitura Municipal de Osório, a inscrição municipal nº 60810, agora como Pessoa Jurídica. Está, desde então, apto e legalizado a atuar na intermediação de seguros, tanto como pessoa física, através de Miguel Antonio Galimberti, quanto como pessoa jurídica, através da Galimberti Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Em 06/10/2008, aderiu tanto como pessoa física, através do Certificado nº 3020, quanto como pessoa jurídica, através do Certificado nº 4731, emitidos pela FENACOR - Federação Nacional dos Corretores de Seguros, ao código de ética que deveria ser adotado por todos à ela vinculados. Desde então esse Certificado vem sendo renovado nas épocas estabelecidas para tanto, porquanto o mesmo compromisso ético adotado desde sempre continua atual e valendo.
Acreditamos que o produto seguro é um dos fatores mais importante utilizado no fomento do desenvolvimento humano e uma ferramenta essencial na previdência social, quevem sendo aprimorado desde a remota antiguidade. Ele, aliado ao anseio do homem de se desenvolver, foi o grande instrumento de alavancagem das relações comerciais entre os diversos e mais distantes povos de então.
Foi através do sucesso nas práticas comerciais de trocas de mercadorias, que também houve a troca de experiências entre povos da antiguidade. Nesse comercio realizado foi que houve, também, uma troca de conhecimentos provocada pelo constante leva e traz de informações e experiências coletadas junto às mais diversas culturas. Isso, por si só, já provocou o nascimento e a necessidade de formação de uma grande e generalizada cultura de avanços em todas as áreas da atividade humana.
Por trás de tudo isso, foi o seguro o grande garantidor de toda a operação, pois avalizava os empreendimentos dos mercados da época. Ele determinava que, no caso de ocorrência de um sinistro - coisa muito fácil de ocorrer na época devido às precariedades de transporte e riscos de saques envolvidos -, que levasse a perda da mercadoria transportada, o prejuízo resultante seria suportado mutuamente por todos os envolvidos na atividade.
Com o passar dos tempos aquelas mercadorias transportdadas - geral e primeiramente em lombo de animais de carga e, num segundo momento, com a modernização dos meios de transporte, através de cascos de navios durante o período das grandes navegações -, e que eram perdidas durante a jornada, tiveram seus prejuízos transferidos a algum interessado no sucesso do empreendimento - fosse o financiador da empreitada, fosse o grande comerciante a quem se destinava a mercadoria, ou fosse a figura do segurador, que estava surgindo.
Assim, esse segurador, mediante o recebimento de um prêmio, que poderia ser em moeda ou em especiarias, se encarregaria de indenizar o eventual prejudicado. Com isso, estaria evitada a quebra financeira do sinistrado o que, por certo e de outra forma, faria que novos empreendedores não mais arriscassem seus patrimônios no mercadejamento. Só isso já determinaria um atraso considerável no desenvolvimento humano, porquanto o contato entre os diversos povos e suas mais diversas culturas estaria bastante reduzido. Com certeza, a humanidade seria muito mais primitiva e não teríamos conseguido os níveis de culturação que temos hoje em dia.
A cultura do seguro, a cada dia que passa, está mais arraigada e vinculada à necessidade que o ser humano tem de proteger os seus bens, o seu patrimônio conseguido muitas vezes com o maior sacrifício e trabalho.
O aumento da informação e da transparência está trazendo a desmistificação de que o seguro é um produto complicado de se comprar e de se entender corretamente o funcionamento. Para isso, a figura do corretor profissional de seguros foi e está sendo de fundamental importância. É só a ele que está sendo reservada por lei a missão de tentar igualar, tanto quanto possível, as forças envolvidas na atividade.
Se, num lado da balança, temos as empresas seguradoras, que possuem um grande poder econômico e detém toda a gama de conhecimentos sobre as cláusulas de suas apólices, que, diga-se de passagem, foram submetidas e devidamente aprovadas pela SUSEP, no outro prato dessa balança, temos o segurado - pessoa geralmente leiga no assunto - que está entrando nesse mercado ainda desconhecido para si muito mais motivado pela propaganda e atos da seguradora do que por uma consciência formada livremente pela sua necessidade de proteção. Como se constata, a correlação de forças envolvidas é muito desfavorável ao Segurado.
Para tentar equilibrar os pratos dessa balança e trazer uma tranquilidade ao mercado é que foi criada a figura do Corretor Profissional de Seguros - pessoa física, ou jurídica, com atividade perfeita e legalmente instituída através da Lei -, com formação obtida através de sua aprovação em provas de qualificação elaboradas pela Fundação Escola Nacional de Seguro.
Assim, temos que o Corretor Profissional de Seguros é, atualmente, a única ferramenta legal de que dispõe o segurado para levar a bom termo o atendimento correto da necessidade de garantias aos seus bens. É somente a ele que está afeta a indelegável missão de ir ao mercado e adquirir, em nome do segurado, a melhor apólice que possa garantir o seu patrimônio.
A Galimberti Administradora e Corretora de Seguros Ltda. tem por missão atuar dentro desse mercado inteiramente voltada para a defesa dos direitos e resguardo dos interesses do Segurado, obtendo para ele a melhor solução legal possível, sempre levando em conta as suas condições peculiares de necessidades e observando as suas características individuais conhecidas e informadas.
Como lema praticado pela Galimberti Adm. e Corretora de Seguros, temos a prospecção, dentro do mercado de seguros e naquele momento, do melhor negócio possível dada as condições e necessidades particulares de cada Segurado.
Atuar no mercado com a lisura, transparência e a rentabilidade necessárias para a prestação de um serviço que venha a ajudar no desenvolvimento sempre progressivo da atividade seguro.